O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados durante a madrugada por tropas especiais norte-americanas em uma operação militar classificada como de “alto risco” e “grande escala”. O casal foi retirado à força de um local descrito como “uma fortaleza” e encontra-se a bordo do navio de guerra USS Iwo Jima, rumo a Nova Iorque, onde responderá a acusações de narcotráfico. A operação foi confirmada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificou o ato como uma intervenção necessária contra a “rede de corrupção e tráfico de drogas” liderada pelo regime venezuelano.
Imagem simbólica e reações nas redes sociais
Donald Trump partilhou na rede social Truth Social a primeira fotografia de Maduro após a captura: o líder venezuelano aparece algemado, com os olhos vendados, usando um fato de treino e segurando uma garrafa de água, a bordo do USS Iwo Jima. Minutos antes, o presidente norte-americano publicou um vídeo de 1 minuto e 24 segundos mostrando os momentos da ofensiva militar na Venezuela, com trilha sonora da música Fortunate Son, da banda Creedence Clearwater Revival canção icônica da era da Guerra do Vietname, frequentemente associada à crítica à desigualdade social e ao elitismo nas guerras.
A publicação viralizou rapidamente e intensificou o debate global sobre os limites da soberania nacional e o papel dos Estados Unidos nas crises latino-americanas.
Repercussão internacional e posição do governo venezuelano
O governo de Caracas classificou o ataque como uma “gravíssima agressão militar” e decretou estado de exceção em todo o território nacional. Fontes diplomáticas confirmaram explosões e o sobrevo de aeronaves militares norte-americanas em Caracas e outras regiões estratégicas durante a madrugada.
A comunidade internacional mostrou-se dividida. Enquanto países como Colômbia, Brasil e membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) saudaram a operação como um passo rumo à restauração da democracia na Venezuela, nações como Rússia, China, Irã e Cuba condenaram veementemente a intervenção, exigindo medidas urgentes nas Nações Unidas.
Trump, por sua vez, anunciou que os EUA assumirão “funções de governança provisória” na Venezuela até que ocorra uma “transição justa e calma de poder”, prometendo apoio logístico e político à formação de um novo governo de transição.
Fonte: SIC Noticias
