A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), na qualidade de Concessionária Nacional, formalizou esta segunda-feira, 07, a assinatura dos Contratos de Partilha de Produção (CPP) relativos aos Blocos CON3 e KON15, com as empresas Walcot, Sonangol Exploração & Produção e Afentra.

“Estes contratos representam mais do que compromissos empresariais. São instrumentos estratégicos que garantem a continuidade da produção nacional, promovem o aproveitamento eficiente do nosso gás natural e asseguram a concretização dos objectivos do Estado no domínio dos recursos energéticos”, afirmou o Presidente do Conselho de Administração da ANPG, Paulino Jerónimo.

Novas Concessões

Segundo o gestor, até ao momento, a ANPG já atribuiu mais de 40 novas concessões, tanto através de licitações como por negociação directa com investidores interessados no mercado angolano. Este número deverá aumentar para 50 até ao final do ano.

“No início do último trimestre deste ano, a ANPG vai arrancar com um novo processo de licitações”, revelou.

Atração de Investimento

Alcides Andrade, também da ANPG, destacou que a agência procura “criar as melhores condições de investimento para os investidores, por forma a que Angola continue a ser um destino preferencial neste sector”.

“Felizmente, ao longo do nosso trabalho, sobretudo quando estamos em representação da Concessionária fora do nosso país, o que sentimos é que as empresas estrangeiras acreditam no potencial do nosso mercado e no nosso profissionalismo”, acrescentou.

Operação dos Blocos

O Bloco CON3 será operado pela Walcot, enquanto o Bloco KON15 terá como operadores a Sonangol Exploração & Produção e a Afentra. As partes envolvidas reforçaram a importância do investimento contínuo, da colaboração institucional e da sustentabilidade.

Estratégia Nacional

“O acto de assinatura insere-se na estratégia do Executivo angolano de atrair investimento directo estrangeiro, gerar emprego, dinamizar a indústria local e consolidar Angola como um dos principais produtores africanos de petróleo e gás”, concluiu Paulino Jerónimo. CK

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