O Presidente da República, João Lourenço, partiu esta segunda-feira (2 de Fevereiro) para o Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde participará na Cimeira Mundial de Governos (World Governments Summit 2026), que decorre de 3 a 5 de Fevereiro.

No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o Chefe de Estado foi despedido pela Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, e por vários membros do Executivo.

Dois dias de debates intensos sobre o futuro da governação

A cimeira, considerada um dos maiores fóruns globais sobre governação, políticas públicas e liderança internacional, realiza-se sob o lema “Shaping Future Governments” (Moldar os Governos do Futuro). Espera-se a presença de mais de 45 Chefes de Estado e de Governo, altos responsáveis de organizações multilaterais e executivos de grandes multinacionais.

Ao longo de dois dias intensos, as delegações vão discutir temas como capital humano, desenvolvimento impulsionado pelas pessoas, construção de economias resilientes, inteligência artificial, economia digital, sustentabilidade, mobilidade, educação e cooperação internacional.

O evento contará com mais de 6.250 participantes, distribuídos por 445 sessões e painéis, além da produção de 36 relatórios estratégicos e do lançamento da terceira edição do “Global Ministers Survey”, que avalia tendências e prioridades na governação pública mundial.

Pela primeira vez, a cimeira acolherá a “Cimeira Mundial dos Laureados”, com a participação de cerca de 130 cientistas, incluindo vencedores do Prémio Nobel.

Presidente angolano entre os oradores principais

João Lourenço é um dos oradores destacados do segundo dia, integrando painéis sobre o futuro do investimento em África, a cooperação internacional e o papel dos governos na promoção do crescimento económico sustentável, num contexto marcado por instabilidade geopolítica, transformação digital e pressões sociais.

O Chefe de Estado angolano partilhará um painel com os Presidentes da Tanzânia, do Zimbabwe, do Botswana, da Serra Leoa e do Ghana, onde serão debatidos os desafios estruturais do continente, as oportunidades de atracção de investimento estrangeiro e as reformas institucionais necessárias para reforçar a confiança dos mercados internacionais.

Fonte: ANGOP

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