O complexo industrial, apontado como um dos mais relevantes investimentos privados recentes no sector da indústria transformadora, marca uma nova etapa na expansão do parque industrial do país. Num momento em que o Executivo angolano intensifica o apoio às actividades não petrolíferas, o Polo Industrial Phoenix Bridge Group surge como um pilar para o fortalecimento das cadeias de valor nacionais.
O polo é composto por cinco unidades fabris especializadas. De acordo com os dados apresentados, a infraestrutura terá um impacto directo na economia real através de quatro eixos fundamentais:
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Aumento da produção nacional: Foco em materiais essenciais para a construção civil.
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Substituição de importações: Redução da saída de divisas para aquisição de produtos que agora passam a ser fabricados localmente.
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Criação de emprego: Geração de postos de trabalho para quadros nacionais, com foco na formação técnica.
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Fortalecimento industrial: Consolidação de Icolo e Bengo como um centro logístico e fabril de referência.
Foco Estratégico na Região da SADC
Durante o acto inaugural, o ministro Rui Miguêns de Oliveira destacou que o projecto se alinha com as políticas públicas de industrialização e valorização dos recursos internos. O governante frisou que a segunda fase do investimento prevê a expansão da capacidade produtiva, tendo como meta os mercados da SADC.
“Este empreendimento cria condições para o aumento das exportações industriais, reforçando o posicionamento de Angola como plataforma regional de produção e distribuição”, afirmou o titular da pasta da Indústria e Comércio.
Um dos diferenciais competitivos do Phoenix Bridge Group é a incorporação de matérias-primas provenientes de diversas províncias de Angola. Esta estratégia não só promove a transformação local dos recursos naturais, como também estimula o desenvolvimento económico regional, integrando fornecedores do interior do país na cadeia produtiva industrial.
A entrada em funcionamento deste polo é vista pelo Executivo como um sinal de confiança do investidor privado no ambiente de negócios nacional, contribuindo para os objectivos de desenvolvimento sustentável e diversificação da base económica de Angola.
Fonte: Forbes África Lusófona
