Joe Biden e Donald Trump voltaram a estar juntos na Casa Branca, mas os papéis inverteram-se. Na primeira reunião de preparação da mudança de administração, o Presidente dos EUA em exercício sublinhou que haverá uma “transição pacífica” de poder em janeiro.
“Estou ansioso por uma transição pacífica”, garantiu Biden, reforçando a promessa que já tinha feito durante o discurso de reação ao resultado eleitoral, que deu a vitória a Donald Trump. “Assegurei-lhe que daria instruções a toda a minha administração para trabalhar com a sua equipa a fim de assegurar uma transição pacífica e ordeira. É isso que o povo americano merece”, afirmou à data.
O Presidente eleito agradeceu esta quarta-feira a promessa de Biden. “A política é dura e, em muitos casos, não é um mundo muito agradável, mas é um mundo agradável hoje e eu agradeço muito”, disse, garantindo que vai ser a transição “mais suave de sempre”.
O presidente dos EUA voltou a felicitar Trump nesta que é a primeira reunião entre ambos desde as eleições. “Bem, senhor Presidente eleito e antigo Presidente Donald”, começou por dizer Biden na Sala Oval da Casa Branca, enquanto cumprimentava o sucessor na Casa Branca. “Parabéns”, acrescentou.
Antes de se reunir com Biden, o presidente eleito dos EUA esteve com congressistas republicanos, onde gabou a vitória nos swing states. “Ganhámos em todos os sentidos, nos sete swing states, por muito”, afirmou perante o público. Trump sugeriu ainda que numa próxima eleição, e se subirem “nem que seja uma fração”, os republicanos podem ser capazes de inverter Estados como Nova Jersey, Nova Iorque e Califórnia.
