Em 2024, as exportações angolanas cresceram 0,7%, totalizando US$ 36,89 mil milhões, com o petróleo a dominar as vendas. A China mantém-se como principal destino, apesar de uma queda de 9,8%, enquanto os EUA registaram um aumento de 65,5% nas importações de bens angolanos. A África do Sul destaca-se como o único país africano no top 10 dos maiores clientes.

As relações comerciais entre Angola e os Estados Unidos registaram um crescimento expressivo de 65,5% em 2024, com as exportações para Washington a atingirem US$ 1,22 mil milhões, contra US$ 741,42 milhões em 2023, segundo dados da Administração Geral Tributária (AGT). Apesar deste avanço, os EUA ocupam a sétima posição entre os principais destinos das exportações angolanas, representando 3,3% do total.

No panorama global, as exportações de Angola em 2024 totalizaram US$ 36,89 mil milhões, um ligeiro aumento de 0,7% face aos US$ 36,65 mil milhões de 2023. O setor dos combustíveis continuou a liderar, com um peso de 94,2% das vendas externas, equivalente a US$ 34,76 mil milhões. Minerais e minérios seguiram com 4,4% (US$ 1,63 mil milhões), enquanto os bens agrícolas e alimentares registaram uma queda de 12,4%, cifrando-se em US$ 147,96 milhões (0,4% do total).

A China permanece o principal destino das exportações angolanas, absorvendo 45,5% do total, apesar de uma redução de 9,8% em relação a 2023. As vendas para o mercado chinês, maioritariamente petróleo bruto, atingiram US$ 16,77 mil milhões, face aos US$ 18,60 mil milhões do ano anterior. Outros destinos relevantes incluem Índia, Espanha, Indonésia e França, que, juntos, representam 70,1% das exportações angolanas.

A África do Sul destacou-se como o único país africano no top 10, com importações de US$ 956,06 milhões, um aumento de 170,2% em relação aos US$ 353,86 milhões de 2023. Este desempenho reforça a relevância do mercado regional para Angola. OT

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