Durante o ano de 2023, o Executivo liderado pelo MPLA enfrentou diversas críticas por parte da oposição. No entanto, uma avaliação recente feita por cidadãos ouvidos pela Voz da América revela um descontentamento significativo com o desempenho dos partidos e deputados da oposição.

Edgar Francisco, um funcionário público, expressou a necessidade de os líderes da oposição desenvolverem estratégias eficazes para melhorar a economia do país. “Os líderes dos partidos políticos da oposição deviam se unir para criar mecanismos que impulsionem a nossa economia, baseando-se em realidades e não em falsidades”, salientou.

Manuela Daniel Francisco, também funcionária pública, criticou a oposição por focar mais nas regalias do cargo do que nos interesses da população. “A meu ver, a oposição em Angola é inexistente, pois os deputados parecem estar mais interessados em benefícios pessoais do que em representar o povo”, declarou.

Joaquim Lutambi, um estudante, apontou a necessidade de uma oposição mais ativa e menos reativa. “Precisamos de uma oposição proativa, mas o que temos é uma que responde lentamente e parece estar em sintonia com o partido dominante, que faz de tudo para marginalizar a oposição”, afirmou ele.

Essas opiniões indicam um clamor por uma oposição mais efetiva e comprometida com as necessidades reais do povo angolano.

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