O Procurador-Geral da República de Angola, Hélder Pitta Gróz, propôs a criação de redes de cooperação regional e internacional para combater crimes financeiros, incluindo ciberataques, corrupção, tráfico de drogas e branqueamento de capitais.
Durante o XVI Encontro Internacional de Ciências Penais 2025 e o IV Evento sobre Legalidade, Direito e Sociedade, o responsável explicou o papel da PGR angolana como ponto focal da cooperação judiciária internacional em matéria penal.
Pitta Gróz manifestou preocupação crescente com os ataques informáticos aos sistemas financeiros, alertando que estes “impactam negativamente a economia e a segurança social” do país.
O Procurador-Geral também abordou os riscos emergentes da mineração de criptomoedas, atividade recente que, segundo ele, tem sido utilizada para operações de branqueamento de capitais e causa danos significativos à rede elétrica nacional.
“A criminalidade transnacional representa uma ameaça crescente à segurança e estabilidade dos nossos países. O combate a essa forma de criminalidade exige uma acção coordenada e concertada da comunidade internacional”, afirmou Pitta Gróz, conforme noticiado pelo Jornal de Angola nesta segunda-feira, 31 de março. E&M
