Arrancou na terça-feira, 30, na província do Bengo um seminário sobre o Censo Geral da População e Habitação. A abertura coube ao Secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas, num certame que reuniu individualidades de todos estratos sociais.

A iniciativa é da responsabilidade da Comissão Multissectorial de Apoio e Realização do Censo Geral da População em coordenação com o Instituto Nacional de Estatística (INE). Quando faltam 80 dias para o arranque do processo, o governante pediu o envolvimento de todos profissionais de comunicação social, fazedores de opinião, autoridades tradicionais, influenciadores digitais, entidades religiosas e, sobretudo, a juventude.

Nuno Caldas avançou que o Censo Geral da População e Habitação vai decorrer em todo território nacional e constitui uma acção mediática em qualquer país, por isso, o governante defende a sua maior divulgação nos órgãos de comunicação social, com a colaboração de todos cidadãos, sem excepção, “deve ser um compromisso patriótico em assumir-se como provedor fiel de sensibilização e mobilização para o processo alcance o sucesso desejado”.

O Secretário de Estado para a Comunicação Social dirigiu a mensagem de forma directa à juventude, “tendo em conta a experiência dos jovens de ontem, e hoje mais velhos, nas mais variadas etapas da vida do país”. Nuno Caldas dirigiu-se também às autoridades tradicionais e outras franjas da sociedade.

José dos Santos Francisco Calengi defendeu que “os cidadãos devem respirar o Censo da População e Habitação para perceber a importância do processo”.

José Calengi disse que o processo de actualização cartográfica está na sua fase final, com avanço de 96%, para depois formar os assistentes técnicos municipais e comunais que poderão executar junto das comunidades.

Sobre o suporte financeiro do censo, o Director Nacional do Instituto Nacional de Estatística disse que só será apresentado depois de concluída a fase da actualização cartográfica.

O seminário contou com a presença das autoridades locais, jornalistas, fazedores de opinião e membros das organizações da sociedade civil da província. Correio da Kianda

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